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segunda-feira, julho 26, 2004

Calor e Trabalho 

Que stress, estar encafuada na cidade com este calor.
Verdade seja dita que estou muito bem enclausurada com ar condicionado e tudo.
Mesmo assim, preferia estar à beira mar com os pés e não só de molho!

Hoje percebi como sou egoista com os meus companheiros de agonia, vulgo colegas de trabalho.
Nunca falei deles, nem uma citaçãozinha num único post.

Bem, há os cridos e os cardos...

Há aqueles que dou graças a Deus por existirem, porque tornam os meus dias mais simpáticos, há os que não aquecem, nem arrefecem e há os que se não existissem não faziam falta nenhuma e era mesmo uma benção para a humanidade a sua extinção!

Vou falar um bocadinho apenas dos primeiros.

Cumplicidade, diálogo, compreensão, bom trabalho de equipa, pois é ela mesma: a MariJú.

Discreta, calma, low profile, boa praça, muito boa mesmo: a Estrelinha.

Grandes conversetas (muita coisa em comum em termos de gosto (decoração, roupa, etc)), é pititinha mas aguenta bem as conversas das "cotas": Catiti

Uns dias melhor, outros pior, vai-se levando, não esteja ela em dia de amúos, é carinhosa, embora muito possessiva, mas não é nada má pessoa: Gordalhufa

Sempre a sorrir, está de passagem e vai-nos animando os dias, é super prestável, é jóinha: Márcinha

Não vou falar de mais ninguém, o que não quer dizer que não goste do resto do people, mas apeteceu-me falar apenas dos/das que me tocam ao coração.



sexta-feira, julho 23, 2004

C. Paredes 

A Guitarra Portuguesa ficou viúva!


quarta-feira, julho 21, 2004

De um Filho para a Mãe - Do Miguel para a Sophia 

 

"... E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas,dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."

Miguel Sousa Tavares sobre sua mãe Sophia de Mello Breyner...


terça-feira, julho 20, 2004

Areia e Pastas 

No sábado o ritual cumpriu-se, tal como há anos e anos atrás, juntámo-nos primeiro na esplanada para o belo do cafézinho e depois na areia.
Embora agora, seja uma "forasteira", sim porque dadas as circunstâncias da vida (de que, claro, não me arrependo) a minha disponibilidade para os amigos reduziu consideravelmente.
Mesmo assim não deixo de aproveitar os momentos em que o presente nos une e em que por breves instantes esqueço que já não sou aquela adolescentezinha sem horas, sem dias, sem compromissos.
 
O tempo estava agreste, fomos ficando, de camisola, chapéu ou toalha pelo ombros.  A partida foi sendo adiada pelo entusiasmo da conversa, com muito disparate à mistura, pra variar!
 
Já o sol tinha fugido há muito quando partimos.  Ficou um até logo no ar.
 
Voltámos ao convivio bastante mais tarde.  Numa pizzaria, já fidelizada à cerca de um ano, um ano e pouco, onde por incrivel que pareça nunca ninguém comeu uma pizza! 
 
A conversa andou à volta do cinema, da justiça, do casamento, a tradição já não é o que era!
 
É engraçado verificar como com o passar dos anos os feitios se acentuam, os low-profile mantêm-se, as mentirinhas vão passando (porque as deixamos passar pelo nosso detector! não nos cansamos a contrapor...), enfim a boa disposição continua!
 
Ficou do jantar: a amizade, a falta que nos fez a nossa Pépé, a ansiedade da nossa Paty em conhecer o Fanin, as petas da Janica, os filmes da exploradora, a alegria que a Ritinha trouxe da Bahia e a minha bela canção "Bolare oh oh cantare ohohoh, nel vlu ti pinto di vlu..."dedicada ao querido do Fanin!
 
Até muito breve Amigas.


quarta-feira, julho 14, 2004

A Pablo Neruda 

Fez no dia 12 de Julho, 100 anos que nasceu, muitos mais serão precisos para que a memória da humanidade o esqueça.


Teu Riso

Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.


Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.


A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.


Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.


À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.


Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.


segunda-feira, julho 05, 2004

Portugal SEMPRE! 

Não fomos campeões, mas somos uns "Senhores"!

sexta-feira, julho 02, 2004

Baleia II 

Pró ginásio já, sua gorda!
A roupa ou não entra ou cai mal ou fica com um ar nojento, carnavalesco sei lá que mais.

Assim não dá, não pode continuar, onde estás tu silhueta do passado, cintura de vespa???

Jamais voltarei ao 34, mas pelo menos um 38 é exegível. Não vou descansar enquanto não lá chegar. Nem que para isso tenha de comer a comida liofilizada, desenchabida, sem cheiro e sem sabor que a Elsa descobriu e que finalmente se vende em Lisboa.

Vai-te embora ó baleia, e mantém-te caladinha que o ar que entra quando falas também enche!

GORDALHUFA!!!


quinta-feira, julho 01, 2004

Felizes, Orgulhosos, Motivados 

Que toda a bloesfera hoje fale do mesmo, quero lá saber, eu vou falar.
Obrigada rapazes, obrigada Scolari. Já estava na hora de por este povo cinzentão às cores, aos pulos, de bandeira na mão a gritar pelo seu País.
Já estava na hora de dizermos bem do nosso País, de torcermos por ele, de gritarmos pelos nossos.
Já estava na hora de acabar com os lamentos (menos ais, menos ais)e de darmos vivas.
Já estava na hora de termos orgulho, de elogiarmos, de incentivarmos.
Pelos vistos a força e as boas energias trazem optimismo, sorte, confiança. Vamos continuar.
Se Portugal tem de ser mais colorido, mais animado pela via do futebol, que seja. Nós precisamos disto. Precisamos de quem nos levante a moral, de quem nos dê uma perspectiva optimista da vida.
FORÇA PORTUGAL! DIA 4 DE JULHO, QUEREMOS MAIS, QUEREMOS MUITO MAIS.

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